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Se se entrega ao sono implorado pelo espírito,
O hibernar da própria selvageria amedrontadora,
Chamaríamos de coragem o sonho?
De toda esta mortandade reunida,
Organizada instintivamente a fim da atenção alheia,
Quase sem querer e a combater-se dos guias regulares,
Chamaríamos de coragem a vida?
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