Poesia

Violência contra a literatura.

Cética por Oportunismo

29 de agosto de 2010 - 23:25

Por amar-te feito todo o teu repúdio,
Desconhecidos um ao outro,
Deixo-te em fios ainda tecidos,
Quase partindo,
Parindo o nihil até que a lembrança cesse-
O que descreio.

Poesia

Porcelain Shower

27 de agosto de 2010 - 9:35

Quero a coragem toda
Despedaçada naquilo que só há.
Quero a verdade e a rosa
Despetalada,
Despenteada,
Crua só naquilo em si.
Quero a porta aberta,
Pois sei roubar e transformar
-Não te quero a dor-;
Sou alquimista do que crê teu.
Quero uma luz discreta
-Quase com nojo e dor-
Em vil penumbra a ir-se
Na longa sombra a esticar-se desenhando um quase fim.

Galeria, Poesia

Caro para Continuar

26 de agosto de 2010 - 7:02

Qualquer toque sem fim,
Divino,
Decantado em trauma por redenção,
Bastaria à mentira desavergonhada,
A este sonho vulgar em olhos que exploram sem querer,
Mas é assim
Feito tudo,
A sua alma não tem gosto de sapoti
E o meu disfarce (e o meu desejo) é o mesmo de todos
A desfazer-se ao cessar do seu tempo de ter o que é.

Poesia

Conselhos

26 de agosto de 2010 - 1:38

- Não invente que a ama
Para não crer num sofrimento. – disse-me Rubi.

Poesia