Aporte

15 de janeiro de 2009 - 17:11

Não fujas da quimera
Que assusta os nossos filhos,
Nesta voz que nos supera
Há bem mais do que perigo.

Não vês que não é monstro,
Nada tem de devaneio?
Percebes o amargo
A escorregar sobre o seu ventre?

Não fujas indicando,
Apontado,
Definindo;
Sei que a tua alma aporta até a criatura.

Poesia