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Mal durmo por medo dos meus sonhos,
Não vivo por cisma de amar.
Meu quarto é a minha fortaleza,
Nem me atrevo a o abandonar.
Meu corpo é frágil e delicado,
Um olhar pode o destruir;
Minha alma é a doce prisioneira
Da placidez que não pode me ferir.
Lugares, pessoas, avenidas,
Paixões, eu mesmo e você,
Desejos, saraus e compromissos,
Além das foices que só eu consigo ver.
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