Pulsar

26 de julho de 2010 - 0:42

Tropecei numa estrela,
Uma anã branca ressentida que,
Desgostosa do próprio caminho,
Fugiu de si em paralelo,
Simplesmente a abandonar-se,
A ser-se outra que não estrela-
Fora de todo este lugar…

Tropecei num resto de caminho abandonado,
Numa origem de aporte
Ou no fim do que eu cria.

Poesia