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Desconheço a herança que valha a pena
E desconfio daquela que eu precise mudar o nome para afirmar minha;
Nada tenho nas mãos,
Nem os teus cabelos.
Diante do abismo que me olha,
E me chama,
E me xinga,
E me inflama,
Desconfio que falta pouco,
Todavia sempre é pouco esperar-
Antes arremessar-me.
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